17 de fevereiro de 2017

Absurdo; Itororó: cabo da PM salva dona de casa de estupro mas vai a Júri Popular

 
Um cabo da Polícia Militar vai a Júri Popular depois de matar um rapaz durante uma troca de tiros no município de Firmino Alves, na região Sul da Bahia, distante 58 quilômetros de Itapetinga.  O caso aconteceu durante uma festa no povoado de Itaiá, no dia 5 de agosto de 2007, quando o policial militar Gutemberg Félix da Silva, 43 anos, acompanhava ao evento. Ele estava do lado de fora da festa, quando ouviu pedidos de socorro. O barulho vinha de um estacionamento improvisado, ás margens da pista.

Em contato com o site Itapetinga Repórter, na noite desta quarta-feira (15), o militar informou que ficou preocupado e foi verificar o que estava acontecendo.  No local, ele se deparou com quatro homens, dois agredindo fisicamente a vítima e os outros dois davam “segurança”.
“Apenas pedi para deixar a moça. Em seguida fui agredido pelas costas, cair e quebrei os dentes. Eles mim agrediram com chutes e socos”, disse.

Mesmo em desvantagem, Gutemberg conseguiu sair correndo para pedir ajuda, mas, um dos homens puxou um revólver e atirou. “Eu vi que ia morrer, então revidei”, afirmou o PM, que ainda tentou socorrer o baleado.

Carlos Roberto de Jesus, 23 anos, tinha passagens na polícia, sob acusação de tráfico de drogas e formação de quadrilha. Ele seria integrante de uma quadrilha que comandava o tráfico de drogas na região, segundo a polícia.

Ainda segundo o policial, a mulher que estava sendo agredida e estuprada é uma dona de casa e teria ido até o estacionamento, porque o banheiro da festa não estava funcionando.

“Salvei a vida dessa moça, que seria estuprada e consequentemente morta, por 4 elementos. Espero que os jurados observem que coloquei a minha vida em risco para salvar a vida de terceiros, onde eu poderia estar morto”, disse. //Itapetinga Repórter

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Oleh