14 de abril de 2016

Mortes por H1N1 sobem de três para seis na BA; casos confirmados são 25

O número de mortes relacionadas à gripe H1N1 subiu de três para seis na Bahia, conforme dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) na manhã desta quinta-feira (14). Além disso, a quantidade de casos confirmados da doença subiu de 11 para 25.

Conforme a Sesab, os novos óbitos foram registrados nos munícipios de Boquira (1), Ibipeba (1) e Vitória da Conquista (1). Antes, só tinham sido registradas mortes em Salvador (3).

Ao todo, foram confirmados casos da doença em Salvador (17), Boa Nova (1), Boquira (1), Feira de Santana (1), Guanambi (1), Ibipeba (1), Lauro de Freitas (1) e Vitória da Conquista (2).  Salvador lidera as ocorrências com 68% dos casos.

Os dados divulgados são referentes aos períodos entre 1º de janeiro a 13 de abril deste ano. Conforme a Sesab, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) recomenda que a população adote as medidas de prevenção da gripe. São elas: lavar as mãos várias vezes ao dia, proteger tosse e espirro com lenços descartáveis, não compartilhar objetos de uso pessoa, manter os ambientes ventilados, evitar contato próximo com pessoas com sintomas de gripe, evitar aglomerações em ambientes fechados.

Vacinação

Marcada inicialmente para o dia 30 de abril, a 18ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe  foi antecipada para a próxima segunda-feira (18) na Bahia, segundo anunciou a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). A imunização protege contra o vírus H1N1.

Segundo o órgão, a antecipação ocorre porque os lotes de imunização contra doença chegaram mais cedo. No dia 30, será realizado o Dia D de mobilização nacional.

A vacina estará disponível em postos e centros de saúde de todos os municípios do estado para idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menos de cinco anos e trabalhadores da saúde (público e privada). A imunização também atende mulheres grávidas e puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade, sob medidas sócioeducativas.

Do G1 BA

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