16 de outubro de 2013

Cantor de banda de pagode é preso acusado de estupro e espancar namorada

O vocalista da banda de pagode o Black, Antônio Vivaldo Brian de Freitas Ferreira, 30 anos está sendo acusado pela namorada de ter espancado a jovem e levado para o Centro Industrial de Aratu (CIA), em Simões Filho, onde foi estuprada. De acordo com a mulher, “Brian” ficou irritado ao ver ela vestida com uma roupa que não teria o agradado. “Saímos de casa e ele questionou o tamanho do meu short. Discutimos por uns cinco minutos e quando chegamos no Lobato ele me deu um soco no rosto”, disse.                                                                                                                                 Segundo ela, a agressão veio seguida de puxões de cabelo e tapas. “Ele parou o carro e começou a me esmurrar. Tentei escapar abrindo a porta, mas ele mordeu a minha perna e agarrou o meu cabelo”, conta a vítima que não conseguiu sair do veículo. Eles percorreram toda a Av. Suburbana, Centro da cidade, até chegar à Av. Vasco da Gama. “Ele mora no Engenho Velho de Brotas e conhece um pessoal em uma localidade conhecida como “Forno”. Me obrigou a descer do carro e a entrar nesse lugar, mas eu me neguei e aí apanhei no meio da rua”.

Ainda de acordo com relatos da vítima, Brian "gritava o meu nome e dava gargalhadas. Meu rosto estava desfigurado e ele mandava eu ligar para a minha mãe. Pediu para eu dizer que ela iria chorar a minha morte no outro dia. Ele ainda teve a coragem de me estuprar”, afirmou. “Agradeço a Deus porque policiais militares da Caatinga passavam pelo local e desconfiaram do carro. Ele tentou fugir com o veículo, mas os policiais conseguiram parar” relatou.

O acusado e a namorada forma levados para a 22ª Delegacia Territorial (DT/ Simões Filho). O cantor permanece preso na carceragem da unidade policial, mas segundo o delegado titular, Adailton Adan, ele foi enquadrado pela Lei Maria da Penha e os crimes foram considerados afiançáveis. 

A jovem passou por exames no Instituto Médico Legal (IML). Os laudos que deverão comprovar as agressões e estupro saem em 90 dias. 

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Oleh